Qual é o papel do RH no combate às fake news?

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Nos últimos anos, as notícias falsas que circulam como se fossem verdadeiras, também conhecidas por fake news, vem ganhando força nas redes sociais e aplicativos de mensagens. Essas notícias envolvem assuntos variados e são propagadas deliberadamente para impor poder, normalmente, político.

Um estudo da Universidade de São Paulo apontou que, em 2017, houve cerca de 12 milhões de fake news divulgadas no Brasil sobre política.

Coronavírus

Atualmente, com a pandemia de coronavírus, é muito comum encontrar fake news sobre saúde. Levando em consideração, o estudo da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Marketing sobre os níveis de preocupação e informação acerca da pandemia da Covid-19 no Brasil, o alastramento das fakes news é preocupante.

Isso porque, segundo dados do levantamento, 22% dos entrevistados se informam sobre a pandemia consultando amigos e parentes. Porcentagem que ficou acima das entidades da saúde, como unidades do SUS (5%), hospitais privados (4%), hospitais públicos (3%) e clínicas privadas (2%).

“Isso é um sinal de que o cuidado com as fake news deve ser extremamente grande. Deve-se criar essa consciência nos cidadãos”, comenta Gabriela Prado, diretora executiva da Demanda Pesquisa, Desenvolvimento e Marketing.

Quais as consequências das fakes news? 

As consequências das fakes news, geralmente, são graves. No passado, elas já influenciaram eleições e impactaram a opinião pública.

No caso da pandemia de coronavírus, as notícias falsas podem agravar a crise de saúde coletiva e econômica. Além disso, as fakes news geram danos à reputação de pessoas e empresas.

Então, como muitas pessoas ainda têm dificuldade de identificar notícias falsas, o Recursos Humanos, em conjunto com o departamento de comunicação, deve atuar como protagonista para minimizar a propagação de fakes news. 

 


Este conteúdo foi desenvolvido pelo núcleo de comunicação da iFractal, com base na experiência, informações e pesquisas nas áreas de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação, sob a supervisão editorial de Caio Carraro Gomes da Costa. O compartilhamento deste conteúdo é livre, desde que citada a fonte e que não seja alterado, manipulado ou reeditado. As opiniões das entrevistas são de responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a posição da iFractal.

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