iFractal terá personagem exclusiva nos sistemas

Há mais de 1 ano, o artista plástico Paulo Stocker, conhecido mundialmente pelo seu personagem Clovis, leva seus cartoons para as soluções da iFractal, especialista em desenvolvimento de sistemas em nuvem para gestão empresarial.

Em junho, será lançada a Iza, uma personagem exclusiva para ilustrar as tirinhas nos sistemas. “A ideia surgiu da necessidade de repensarmos sobre as várias situações que vivemos diariamente, tanto no ambiente corporativo, quanto na vida em sociedade. Haverá um esforço especial na criação dos roteiros para que as mensagens atinjam as pessoas de uma maneira positiva e com intenção de promover a reflexão sobre os temas. Com essa proposta e, dando continuidade ao trabalho – agora em co-autoria – com Paulo Stocker e seu traço simpático e inconfundível, o objetivo da iFractal é inspirar e elevar o pensamento das pessoas”, reforça Caio Carraro, diretor de comunicação e marketing da iFractal.

Apostando na empatia dos clientes com a personagem Iza, a iFractal já planeja distribuir uma série de presentes como canecas, camisetas e agendas que serão dadas, eventualmente, aos seguidores mais engajados nas redes sociais.

iFractal ministra palestra no Senac sobre a Geração RHacker

Com o propósito de contribuir com o mercado através da educação, a iFractal, pioneira no desenvolvimento de sistemas em nuvens para gestão de pessoas,  ministrou, em 7 de abril, para os alunos dos cursos de Recursos Humanos e Administração, no auditório do Senac, unidade Largo Treze, em São Paulo, palestra sobre o perfil do profissional RHacker.

Ao explicar o conceito de Internet das Coisas, o palestrante Douglas Alves, analista de sistemas da iFractal, mostrou, com cases e vídeos, que cada vez mais o mundo físico e o digital estão se unificando em virtude de dispositivos que se comunicam com data centers e as nuvens. “A nova geração dos Recursos Humanos já começou a se beneficiar da tecnologia. Livre de processos burocráticos, o profissional consegue focar em uma gestão de pessoas mais humanizada,  eficiente e dinâmica.”

Materia Palestra SENAC 01

Durante a apresentação, o palestrante desmistificou o que é ser hacker. “As pessoas que roubam dados na internet são criminosos virtuais, portanto, não devem ser chamadas de hackers. Os hackers são pessoas que buscam caminhos mais inteligentes para resolver problemas, usando ou criando novas tecnologias, ferramentas e recursos que não estão presos a modelos, sistemas ou processos”, esclarece.

Outro mito abordado foi sobre a tecnologia substituir pessoas. Douglas reforçou que a tecnologia em nuvens, acaba com processos burocráticos e manuais, o que permite, ao profissional, se dedicar em trabalhos intelectuais, criativos e às pessoas, habilidades que serão tendências no mercado do futuro.

Rosa Pugliesi, professora de gestão de pessoas do Senac, comenta que a palestra mostrou, aos alunos, como o RH tem acompanhado a tecnologia e trouxe mais informações sobre as ferramentas que podem ser usadas.

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Aprisionamento tecnológico

#SomozTodozHackerz

Tirinha 02 Revista Melhor Gestao Mar17

Considerado uma estratégia de negócio, o aprisionamento tecnológico, também conhecido como Vendor Lock In, beneficia somente o fornecedor em detrimento de toda a sociedade. Veja como essa prática funciona.

Exclusivos

Você comprou aquele smartphone de última geração. Depois de algum tempo o cabo de recarga estraga e, ao tentar comprar outro, leva um susto com o preço. Então, descobre que a marca do seu smartphone usa um conector “exclusivo” e as opções genéricas, muito mais acessíveis, não funcionam plenamente.

Incompatibilidade Programada

Você sempre montou as suas apresentações, documentos e planilhas em um pacote de software considerado “Office padrão de mercado”. Como você está habituado a usá-los, decide fazer uma atualização, mas acaba desistindo por causa do alto custo. Ao pesquisar por alternativas com os mesmos recursos – inclusive, em alguns casos, que não exigem pagamento de licenças –, descobre que o esforço necessário para a migração é inviável, quando os seus documentos apresentam falhas de abertura no novo pacote. Esse tipo de incompatibilidade faz parte da política adotada pelo fabricante do seu habitual pacote Office, que implica não fornecer informações suficientes para que os arquivos possam ser abertos corretamente.

Venda Casada

Você implantou novíssimos relógios de ponto eletrônico, tudo conforme a legislação. Entretanto, o software oferecido pelo fabricante do relógio não atendia às necessidades da empresa. Ao tentar trocar o sistema, você descobre que o fabricante vinculou o hardware com o software, impedindo ou dificultando a implantação de um sistema mais alinhado.

Essa situação, com frequência, faz com que a empresa entenda que trocar todos os equipamentos ainda é a melhor decisão, visto que reduzirá prejuízos futuros.

Esses três casos são exemplos recorrentes de aprisionamento tecnológico. A estratégia consiste em criar dependência em relação ao fornecedor com ações oportunistas construídas a partir de contratos leoninos, lobbies, cartéis, desinformação e monopólios, sendo, dessa forma, nocivas para o cliente. Essa prática, além de inflacionar os preços, dificulta a inovação e acaba com a livre concorrência.

O termo aprisionamento vem justamente do fato de que, em geral, é muito difícil de se desvincular dos produtos desses fornecedores, pois demanda tempo e esforço. Para evitar essa situação, verifique, entre fornecedores do produto ou serviço, quais disponibilizam documentação e especificações técnicas que viabilizem a integração entre hardware e software de terceiros. É fundamental que o RH sempre converse com o TI sobre a implantação de projetos dessa natureza.

Publicado, originalmente, na Revista Melhor

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No Dia Internacional da Mulher, iFractal debate desigualdade de gênero

Poucas pessoas sabem que o Dia Internacional da Mulher, na realidade, não é uma data que surgiu com o simples intuito de homenagear à mulher. A ideia surgiu no início do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas femininas por melhores condições de vida, trabalho e ao direito de voto.

Com objetivo de apoiar a causa, a iFractal, pioneira no desenvolvimento de sistemas em nuvens para gestão de pessoas, incentivou suas colaboradoras a pararem o expediente durante uma hora e utilizarem esse tempo para discutir sobre as desigualdades e desafios enfrentados pelas mulheres no mercado de trabalho. Durante o processo, houve uma coleta de palavras-chaves, frases e contextos que foi transformado em uma nuvem de palavras, a qual ilustra esta matéria.

“O machismo é estrutural e se reflete em todas as esferas de nossa vida. Meu desejo é por mais empatia por nossa causa. Que todas as pessoas comecem a prestar atenção no machismo intrínseco que permeia as pequenas atitudes do dia-a-dia”, comenta Jéssica Bueno, coordenadora de Suporte Técnico da iFractal.

“A experiência foi tão significativa que pretendemos dar continuidade no assunto, incluindo os colaboradores de todos os departamentos, tanto com debates quanto com atividades que estimulem reflexão e evolução comportamental nas relações do grupo”, complementa Caio Carraro, diretor de Comunicação e Marketing da iFractal.

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Enfim, a vez da geração RHacker

#SomozTodozHackerz

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São 10h30 de uma terça-feira e Camila, uma bem-sucedida profissional de RH, está aguardando para sua entrevista no Banco Neon, uma nova instituição financeira que, assim como o Nubank, chega ao mercado com uma proposta inovadora de relacionamento com clientes, sem burocracia, taxas e agências físicas.

Enquanto aguarda ser chamada, ela pensa em como seria legal vivenciar essa nova experiência para aprimorar seus conhecimentos. A entrevista começa e, em pouco tempo de conversa, Camila é informada que o Banco está à procura de alguém alinhado às tecnologias de ponta, que lhes permitam realizar a gestão de seus colaboradores da mesma forma que o fazem com seus clientes, ou seja, de modo inteligente, transparente, simples e seguro.

Sem perder tempo, a candidata comenta que, ao visitar o último CONARH conheceu a iFractal, especialista em sistemas para gestão e engajamento de pessoas, e detalha como o sistema Stou funciona, demonstrando conhecimento de como poderia ajudar a instituição.

Por fim, Camila é escolhida, dentre outros tantos candidatos, à vaga de especialista de RH do Banco Neon. Essa história é real. A jovem Camila é um exemplo da geração hacker, que vem ganhando espaços importantes dentro de empresas que estão escrevendo um novo futuro.

O que significa ser hacker?

Hacker é alguém que não se conforma com a maneira como as coisas funcionam, entende que sempre existe espaço para melhorar ou, até mesmo, romper completamente. Em nossa sociedade, onde o interesse de poucos está acima dos interesses da maioria, é fácil de entender porque o termo, com muita frequência, é associado a pessoas e eventos negativos. Ainda é comum ouvir a expressão “hacker ético” que reforça a imagem negativa, note que ninguém diz “médico ético”, “advogado ético” ou “juíz ético”, pois esses profissionais são vistos como éticos até que se prove o contrário.

Você certamente já deve ter ouvido falar a respeito de algumas figuras como: Alberto Santos Dumont, Bertha Von Suttner, Dalai Lama, Elon Musk, Isaac Newton, Marie Curie, Leonardo da Vinci, Malala Yousafzai, Mahatma Gandhi, Nísia Floresta Augusta, Nikola Tesla, Tim Berners-Lee, entre tantos outros, de áreas distintas, que eram alimentados por um objetivo em comum: eles buscavam caminhos mais inteligentes para resolver problemas da humanidade, usando ou criando novas tecnologias, ferramentas ou simplesmente apresentando novos pontos de vista. Essas pessoas representam a essência do comportamento hacker.

A nova geração nasceu em um mundo tecnológico e já entendeu que o diferencial das empresas está na valorização do ser humano. Essa valorização vai além do ambiente de trabalho ou do respeito ao cliente, é essencial que velhas práticas sejam repensadas, como: obsolescência programada, aprisionamento tecnológico, lobbies, práticas que consideramos ineficazes ou injustas, mas que ainda fazem parte do dia-a-dia das empresas.

Assista a seguir a entrevista em três partes no Papo.com da revista Melhor Gestão de Pessoas, com Felipe Waltrick, diretor de Tecnologia da iFractal e Camila Monteiro, head de RH do Banco Neon.




Publicado, originalmente, na Revista Melhor
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iFractal reduz jornada de trabalho de colaboradores durante o verão

A iFractal, pioneira no desenvolvimento de sistemas em nuvens para gestão de pessoas, adota o programa interno Verão no Ponto, que reduzirá em 2 horas a jornada de trabalho às sextas-feiras até 17 de fevereiro de 2017, semana em que acaba o horário de verão.

Durante o programa, a empresa irá operar em seu horário normal, das 8 às 18 horas, e os colaboradores irão revezar de modo que sempre haverá uma equipe para atendimento.

Segundo Caio Carraro, diretor de marketing, o projeto Verão no Ponto é uma iniciativa ainda tímida se comparada ao o que está sendo planejado para 2017.

“Como o modelo de gestão da iFractal é a holocracia, colocamos a ideia na mesa para que o círculo estratégico pudesse debater os detalhes. A nossa expectativa com essa ação é animar os colaboradores, justamente, numa época que, por conta do clima, há mais possibilidades de passeios ao ar livre, encontros com amigos, e viagens curtas de fim de semana”, comenta.

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iFractal registra crescimento superior a 30% em 2016

Fundada em 2004, a iFractal, pioneira no desenvolvimento de sistemas em nuvens para gestão de pessoas, vem, cada vez mais, conquistando espaço no mercado e grandes clientes. Em 2016, a empresa registrou um crescimento superior a 30% e projeta uma elevação ainda maior para 2017.

“A iFractal tem crescido de forma consistente. De 2015 para cá,  consolidamos o  investimento em ações de marketing e aderimos ao modelo de holocracia como gestão: agora os colaboradores contribuem nas decisões por meio de círculos semi-independentes que interagem uns com os outros. Com o lançamento da plataforma Stou, iniciamos uma nova estratégia comercial e, para o início do próximo ano, já temos perspectivas de fechamento de grandes contratos”, destaca Marcelo Germano de Oliveira, sócio e diretor comercial da iFractal.

O sucesso fica evidente pela diversificação em sua carteira de clientes, com projetos especiais para nomes como USP, Nokia, Zenvia e Prefeitura de Belo Horizonte. “Tanto o setor privado, quanto o público têm se mostrado mais consciente quanto à importância de se obter informações estratégicas através de sistemas em nuvens para que a redução de custo e a tomada de decisões assertivas sejam significativas.”

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